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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Não Desista


Muita gente acha que dá para criar um novo hábito em 21 dias. 

Mas pesquisas mostram que algumas pessoas conseguem fazer mudanças importantes em menos tempo. 

Outras precisam de bem mais que 21 dias. Então, não desista!

Pense na seguinte situação: você quer criar o hábito de fazer exercícios três vezes por semana.

Na primeira, você consegue os três dias.
Na segunda, só dois dias.
Na terceira, consegue os três dias.
Na quarta, você até faz um pouco de exercícios, mas só um dia.
Na quinta, consegue os três dias de novo, e a partir daí você alcança sua meta toda semana.

Você só conseguiu fixar o hábito depois de cinco semanas. Pode até parecer que demora. Mas, quando conseguimos criar um hábito saudável, nos sentimos realizados.

PENSAMENTO BÍBLICO: “Mesmo que o justo caia sete vezes, ele se levantará de novo.” — Provérbios 24:16.

A Bíblia nos incentiva a pensar a longo prazo. O que importa não é quantas vezes nós caímos, mas quantas vezes nos levantamos.

O QUE VOCÊ PODE FAZER ?

Não encare uma falha como uma derrota. É normal ter recaídas à medida que você se esforça para alcançar uma meta.

Concentre-se nas vezes em que você conseguiu atingir sua meta.

Por exemplo, se você quer melhorar o jeito como fala com seus filhos, pode se perguntar: ‘Quando foi a última vez que fiquei com vontade de gritar com eles, mas consegui me segurar? O que eu fiz em vez de gritar? O que posso fazer para agir assim da próxima vez?’ Fazer essas perguntas pode ajudar você a melhorar. Ficar pensando só nas vezes em que falhou não vai ajudar em nada.



Veja também: 



Fonte:Despertai

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MULHERES QUE TOMAM CERVEJA TÊM MENOS CHANCES DE INFARTAR

A cerveja, se apreciada com moderação, protege as mulheres do risco de infartos. Este é o principal resultado de um estudo da Sahlgrenska Academy, centro de pesquisas da Universidade de Gothenburg, na Suécia.

Segundo os cientistas, as mulheres que bebem uma cerveja, uma ou duas vezes por semana, têm 30% a menos de chances de infartar em relação às que consomem quantidades elevadas da bebida ou às que não tomam nada.

Além disso, a pesquisa demonstrou uma conexão estatística significativa entre um elevado consumo de destilados por parte das mulheres – frequência maior que apenas uma ou duas vezes por mês – e um risco de quase 50% a mais de morte por câncer.   

Publicado na revista científica “Journal of Primary Health Care”, o estudo foi realizado durante quase 50 anos, sendo que em 32 deles, de 1968 a 2000, 1,5 mil mulheres de meia idade preencheram um formulário sobre o seu consumo de vinho, cerveja e destilados e os vários sintomas de doenças que tinham.

Dos resultados, descobriu-se que 185 das mulheres que contribuíram para o estudo sofreram com infarto; 162, com derrame; 160, com diabetes; e 345, com câncer.