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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Dicas sobre Arruda

A Arruda é uma planta bastante apreciada por suas propriedades medicinais, e pode ser facilmente cultivada em casa em pequenas jardineiras ou canteiros, principalmente devido ao seu aroma.

Seus arbustos podem chegar à altura de 1 metro aproximadamente, e possui folhas compostas e flores pequeninas de coloração verde-amarelada.

Devido ao seu tamanho e a facilidade de plantio pode ser encontrada em várias regiões do Brasil, principalmente em regiões ensolaradas e quentes, onde a planta se desenvolve melhor.

As folhas de arruda são usadas para fazer chá, que possui efeito calmante. O chá também pode ser usado para matar piolhos e outras pragas contagiosas e lavar feridas, pois tem um excelente efeito cicatrizante quando administrado diretamente sobre as feridas.

A arruda não deve ser ministrada às grávidas, pois provoca estímulos ás fibras musculares do útero, o que pode ocasionar contrações fortes e levar mulheres grávidas a ter uma séria hemorragia que pode resultar no aborto e até na morte da gestante.

Em pessoas que não estejam grávidas a arruda pode provocar confusão mental, fortes dores no intestino e intoxicação se consumida in natura.

No entanto o consumo da arruda deve ser realizado com cuidado, pois é uma planta que atua ativamente no organismo.

O ideal é evitar o plantio em locais que contenham animais ou crianças pequenas, pois por ser extremamente aromática pode ser consumida por engano e provocar grandes problemas, pois é uma planta tóxica.

Fonte: Cuidar.com


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MULHERES QUE TOMAM CERVEJA TÊM MENOS CHANCES DE INFARTAR

A cerveja, se apreciada com moderação, protege as mulheres do risco de infartos. Este é o principal resultado de um estudo da Sahlgrenska Academy, centro de pesquisas da Universidade de Gothenburg, na Suécia.

Segundo os cientistas, as mulheres que bebem uma cerveja, uma ou duas vezes por semana, têm 30% a menos de chances de infartar em relação às que consomem quantidades elevadas da bebida ou às que não tomam nada.

Além disso, a pesquisa demonstrou uma conexão estatística significativa entre um elevado consumo de destilados por parte das mulheres – frequência maior que apenas uma ou duas vezes por mês – e um risco de quase 50% a mais de morte por câncer.   

Publicado na revista científica “Journal of Primary Health Care”, o estudo foi realizado durante quase 50 anos, sendo que em 32 deles, de 1968 a 2000, 1,5 mil mulheres de meia idade preencheram um formulário sobre o seu consumo de vinho, cerveja e destilados e os vários sintomas de doenças que tinham.

Dos resultados, descobriu-se que 185 das mulheres que contribuíram para o estudo sofreram com infarto; 162, com derrame; 160, com diabetes; e 345, com câncer.