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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Engenheiros Do Hawaii - Refrão De Bolero


Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão

Mas eu falei sem pensar
Coração na mão, como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
Como não se pode ser
E um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar

Num bar
Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada no espelho do banheiro

(Ana)
Teus lábios são labirintos (Ana)
Que atraem os meus instintos mais sacanas
O teu olhar
Sempre distante, sempre me engana
Eu entro sempre na tua dança de cigana

Eu que falei nem pensar
Agora me arrependo roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão

Mas eu falei sem pensar
Coração na mão, como o refrão de um bolero
Eu fui sincero
Como não se pode ser

Um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar
Num bar

(Ana)
Teus lábios são labirintos (Ana)
É o fim do mundo todo dia da semana
(Eu sigo a tua pista todo dia da semana)
Eu entro sempre na tua dança de cigana

(Ana)
Teus lábios são labirintos (Ana)
Que atraem os meus instintos mais sacanas
E o teu olhar sempre distante sempre me engana
"Iê-iê" É o fim do mundo todo o dia da semana
(Eu sigo a tua pista todo dia da semana)

(Eu falei foi sem pensar, foi sem pensar!)


domingo, 12 de julho de 2015

Sou Guitarrista

Terra de Gigantes - Engenheiros do Hawai


Hey, mãe!
Eu tenho uma guitarra elétrica
Durante muito tempo isso foi tudo
Que eu queria ter

Mas, hey, mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia exatamente
O que fazer

Hey, mãe!
Tem uns amigos tocando comigo
Eles são legais, além do mais
Não querem nem saber
Que agora, lá fora
O mundo todo é uma ilha
A milhas e milhas
De qualquer lugar

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Hey, mãe!
Já não esquento a cabeça
Durante muito tempo
Isso era só o que eu podia fazer
Mas, hey, mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre alguma coisa que a gente não consegue entender

Por isso, mãe
Só me acorda quando o sol tiver se posto
Eu não quero ver meu rosto
Antes de anoitecer
Pois agora lá fora
O mundo todo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas
E milhas e milhas e milhas e milhas

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Mega, ultra, hiper, micro
Baixas calorias
Quilowatts
Gigabytes
Traço de audiência, tração nas quatro rodas
E eu, o que faço com esses números?
Eu, o que faço com esses números?!

E nessa terra de gigantes
Eu sei, já ouvimos tudo isso antes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Hey, mãe

Hey, mãe